segunda-feira, maio 15, 2017

Das coisas que não existem

Estou com saudades de acreditar em coisas, que já sei que não existem... Que pena

terça-feira, julho 03, 2012

Brasileirice


No meio daquela gente alegre, daquela música ritmada, do côco, das cores, daquela brasileirice toda tocando minha brasileirice latente, me senti tão feliz...

sexta-feira, julho 08, 2011

Paulista

Ontem, passeando pela Paulista, lembrei porque me encantei tanto com São Paulo, quando mudei para cá há 18 anos (!). Artistas de rua, jovens suscetíveis para bem e tanta gente diferente, caminhando, correndo, conversando, bebendo, acontecendo...
Quando passeio pela Paulista, até esqueço, por longos instantes, de tudo que não é o bom de São Paulo, só caminho com a certeza que a terra gira e o mundo sempre pode mudar.

terça-feira, maio 17, 2011

Esfriando

Comer bem (no sentido de comer o que é saudável e não o que se quer...)
Capoeira, yoga, caminhada...
Acordar cedo, ter pique, ter paciência...
Não ficar em casa sob cobertas, tomando vinho...
Tudo me é tão mais difícil quando esfria.

Invernoso

Esperando a movimentação dos carros que me impediam a passagem, olhei para o céu e vi o branco se movendo sobre aquele fundo azul... Por instantes, até me esqueci do frio.

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

segunda-feira, novembro 29, 2010

Soneto de Fidelidade

Vinicius de Moraes


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

segunda-feira, março 08, 2010

em sociedade

Como função de conciliadora é extenuante
Por que o ser humano é tão difícil?! Nasceu pra viver em sociedade, não sabe viver sozinho, nem conviver com os outros da sua espécie (e nem de outras!)
Conciliar opiniões, palavras, atos, sensibilidades... Ah... Que difícil!
No trabalho, no teatro, na família, no Metrô, no elevador, entre amigos... Nascimentos, educações, heranças, relacionamentos, crenças, gostos, conceitos, preconceitos, vidas, "bons sensos": DIFERENTES. Como explicar, como concordar? Como amenizar?
Discussões são tão chatas!
Que cansaço...
Alguém, por favor, me dê um bom tanto de paciência, pois meu estoque está no fim.