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Impressões de um Reveillon BBB (piada interna)

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Cheguei àquela cidade depois do mini-tsunami, dividi um apartamento com amigos de meia-idade, tínhamos entre nós um casal não bíblico. Analisamos a vida de seres extraterrestres famosos, ouvimos reggae e fotografamos gringos-coxinha. O milagroso estava entre nós, os helicópteros nos sobrevoavam, mas mesmo assim fumávamos. Entre caminhadas, alongamentos e porres, cozinhávamos e nos alimentávamos bastante bem. Nadando e furando ondas, desbravamos o litoral norte paulista, quase a custa da vida de um dos nossos, que felizmente foi salvo pelo Brabo herói presente. Erramos o caminho da Praia do Cedro e chegamos à Pitangueiras e depois à Enseada. Assim, decidimos em definitivo adotar a Vermelhinha, onde passamos a virada depois de cearmos e distribuirmos presente para nossos jovens e necessitados vizinhos. Ao final da jornada, o céu fechou de tristeza, visitamos Toninhas e partimos deixando o Milagroso à espera do verdadeiros donos. Tempos depois eu chegaria à São Paulo sobre o agitado guinc...

Depois da tempestade

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Acordo meio zonza com o telefone, é Harumi que esqueceu a máquina e carteira. Minha casa, parece que foi devastada pelo tsunami, mas ainda cheira levemente a churrasco. Entro no banho e embalada pela água vou lembrando em flashes do dia anterior, a festa foi um sucesso, quanta gente! Toda essa lista aí debaixo (se não esqueci de ninguém). Teve violão, comida, bebida, bebida, dança, karaokê, fumaça, beijo, presente, gente desmaiando no banheiro, dormindo no quarto, cantando na sala, conversando no quintal, tomando chuva, fugindo da chuva, interfone, telefone, celular tocando, gente falando (só não lembro bem o que), comemoração do tri, ó Tricolor! São Paulinos contentes, corintianos, santistas, violeiro palmeirense, gente de todo time, amigos de muito antes, amigos novos, amigos. A chuveirada ajuda e a Cleuzinha chega pra me salvar do tsunami. Meio zonza eu vou trabalhar, uma segunda devaneada, depois de um domingo agitado. Adoro festas.

em 18 de dezembro de 2005

Alê amiga Noélia Ana Andréia Anjinho Araí Bigas Bruno (Eli) Bruno Matos Bruno (Ricardinho) Carol Cátia Cax César Cleuza Dani Éder Edson Eli Eli (Confraria) Filipe Flávio Giba Iago Iaguinho Irmã Andréia Luana Luiz Marcus Mariano Namorado Andréia Noélia Odécio Paula Nam.Flávio Pu Renata Ricardinho Richard Ronan Scot Silvana Simone Tati Tayla Tocha Tony Vagner Vicente Vivi Zezo

Das Dô

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Das Dô, Maria das Dores Sertaneja forte com filho na barriga e alma de criança Mulher casada, encantada, cheia de felicidade da ingenuidade e de tristeza na realidade Mulher de fibra que vibra com pombos e chora no chão Mulher de fé e anjo da guarda, de pouca idade e pouca duração Cheia de dor, de pavor e de amor Mulher real do irreal Das Dô, Das Dô Meu Amô!

O Maninho

Eu tenho um único irmão biológico, mas é o irmão. Irmão de verdade não só de sangue, de letra, de mesmo pai e mesma mãe, muito mais que isso, irmão mesmo. De corpo, de alma, de vida, de copo, de chão, de sonho, de separação, irmão de ombro grande e senso humor, irmão que se pode contar, irmão-cúmplice, irmão kbção, irmão bonitão, irmãozão. Quando éramos crianças, é claro que eu adorava pentelhar o caçulinha, e ele ficava bravo e me pentelhava também, mas se alguém era contra um nós, aí mano... Era contra os dois, até a mãe e o pai... Não é porque dividimos a infância, as casas, os apartamentos, as bicicletas, os pais, os avós, os tios, os primos, os amigos, os gatos, os cachorros, a mesa, a televisão, os natais, as brigas, as aventuras, as culpas, os traumas, as alegrias, as tristezas e toda essa coisa de irmão que é pra sempre, é porque se eu fosse escolher, eu escolheria esse irmão, meu irmão, o maninho, que hoje completa 28 aninhos.

Tem dias

Tem dias que eu queria ser nem sei o que Queria não me preocupar, não ter contas para pagar, nem saber o que é dinheiro Tem dias que eu queria não estar onde estou e ser livre. Tem dias que eu queria ser pelo menos ignorante, que eu não queria nem pensar Tem dias que eu queria voar E tem dias que eu não queria nem existir

Plagiando Angeli

Eu odeio pessoas que ficam no meio da porta do elevador ou do metrô impedindo a passagem. Eu odeio passar frio, principalmente se for por ar condicionado Eu odeio 4 queijos Adoro fotografar pessoas inesperadamente.